Sempre volto de São Paulo revigorada. É sempre uma felicidade ver aquele monte de concreto, o caos, o trânsito, a pressa. Pode parecer loucura, mas é o que sinto. É pôr o pé na cidade para sentir a vida fluir, algo que obriga o movimento, a ação, não sei explicar bem. O que sei é que meu cérebro acende uma luzinha, trabalha em outra rotação quando estou lá. Sempre volto com uma sensação de que tomei algum energético na veia depois de visitar a cidade. Algumas pessoas não devem entender o meu silêncio contemplativo enquanto me desloco pelas ruas. Não tem nada a ver com deslumbramento com o tamanho dos prédios, da cidade ou com a quantidade de gente. O silêncio é só para escutar melhor o que a alma da cidade sussurra no meu ouvido.

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